terça-feira, 16 de agosto de 2011

Até a Eternidade!


Conheci Nininha quando dos preparativos para meu casamento com sua prima. Todos as vezes que nos econtramos (e não foram muitas) fui recebido com o mesmo sorriso calmo, como bem observa sei primo Ricardo, seguido das palavras: "Oi Gessé, como vai?" Seu sorriso, sua maneira serena, assim como as palavras num tom suave jamais se apagarão de minha lembraça. Embora sendo "estrangeiro" ela nunca me recebeu como tal.

Minha querida esposa sempre me contou histórias de seus familiares, a maioria delas histórias de celebração da vida em família, especialmente as brincadeiras de criança com seus primos. E Nininha sempre aperece nessas histórias. Como a história da primeira boneca que minha esposa pode tocar, brincar e alimentar seu instinto maternal
pela primeira. Segundo ela, Nininha jamais se recusou a compartilhar seus brinquedos, e nem mesmo demonstrava ciúmes em repartí-los. Isso mostra o espírito generoso, dom de Deus, que marcou a vida da Nininha.

Viveu pouco tempo, mas o suficiente para impactar vidas e fazer a diferença em sua geração. Preferiu a linguegem do amor à da violência. Mostrou pelo seu exemplo que não é pela desonestidade, pelo ganho fácil, por força do braço, nem pela violência que se vive, mas pelo poder que há no Espírito de Deus.

Ficam conosco, além da saudade, as lições de vida e a carteza de que a separação é apenas por curto espaço de tempo. A todos os familiares, nossos sentimentos e as orações para que o consolo do Pai os ajude a lidar com os momentos de saudade e dor.

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